sexta-feira, 1 de junho de 2012

MOUSE PARA OS PÉS

  Já era hora de alguém pensar nisso:  Flip Flop Mouse


O "Toe Mouse" foi criado pela designer Liu Yi, e com certeza ajudará muito as pessoas com deficiência física. Ele foi projetado para àqueles que têm deficiência nos membros superiores e não podem usar as mãos para utilizar o mouse tradicional. O Toe Mouse tem o formato de um chinelo e pode ser usado tanto pelo pé direito como pelo esquerdo. De acordo com a designer Liu Yi, o formato simboliza um barco navegando, em alusão a navegação na internet.
Ele funciona como um mouse comum, tem botão direito e esquerdo e liberdade para o movimento em todas as direções.



Parabéns pela iniciativa!







sábado, 5 de maio de 2012

ReaTech - XI FEIRA INTERNACIONAL DE TECNOLOGIAS EM REABILITAÇÃO, INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE








Entre 12 e 15 de abril de 2012 aconteceu a XI Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. A Feira ocorreu no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo. A abertura do evento ficou por conta do coral infanto-juvenil "Nova Exposição", que interpretou o Hino Nacional.
O Evento foi promovido pelo Grupo Cipa Fiera Milano e ofereceu planta em braille e piso com guia. Estavam presentes 300 expositores com as mais diversas tecnologias acessíveis, produtos e serviços para Pessoas com Deficiência.
O evento também contou com palestras, seminários, workshops, cursos e mini-cursos nas mais diversas áreas.


José Roberto Sevieri, diretor de operações do Grupo Cipa Fiera Milano, na abertura esclareceu que a ReaTech é a 2ª maior feira especializada em acessibilidade do planeta e seu sucesso já foi exportado. Relatou também que: 




"Em maio desse ano acontecerá a I Reatech em Milão, na Itália e em março de 2013 a feira acontecerá em Cingapura. Sem contar o Rio de Janeiro que também será palco da Reatech. Nada mais apropriado a esse crescimento, já que 15% da população brasileira possui alguma deficiência. Só no ano de 2011 o segmento somou cerca de R$ 1,5 bilhão".





      Confiram as fotos:
                                                                          

































quinta-feira, 1 de março de 2012

CURSO AUDIODESCRIÇÃO

                                       

Curso de Audiodescrição
Esculpindo Imagens com Palavras
Autora e Professora
Luciane Maria Molina Barbosa
Inscrições Abertas – Início em 26 de Março
Descrição
Tendo em vista o contexto escolar atual, no qual predominam imagens e signos visuais, a audiodescrição torna-se indispensável para a construção do conhecimento pelas pessoas com deficiência visual. É um serviço da tecnologia assistiva, que consiste em um recurso de tradução visual por meio da descrição clara e objetiva de todos os elementos visuais de uma obra, seja teatro, filme, musicais, exposições, figuras, gráficos em geral. A conhecida lei da acessibilidade nº 10098 estabelece, entre outros, normas gerais de acessibilidade, entre elas a comunicacional. Neste momento, cabe a discussão de que a audiodescrição pode ser um recurso a ser utilizado em diferentes espaços e em sala de aula e a necessidade de se criar roteiros como suporte e apoio pedagógico que favoreçam a inclusão da pessoa com deficiência visual. Assim, estariam os profissionais preparados para disponibilizar esta prática em sala de aula ou em diferentes espaços culturais? Como favorecer o uso dessa ferramenta como meio de inclusão cultural e educacional?
Objetivos
Capacitar professores/multiplicadores para a criação de roteiros de audiodescrição promovendo a acessibilidade dos conteúdos imagéticos entre as pessoas com deficiência visual.
Descrição Detalhada da Proposta do Curso
Pretende-se levar o cursista a conhecer, mais de perto, as realidades que envolvem o processo de apropriação de conteúdos visuais entre as pessoas com deficiência visual, o entendimento de uma obra e quais as etapas desta elaboração, desenvolvendo um roteiro e, posteriormente, fazendo a narração por um locutor, de acordo com as técnicas previstas para cada evento. Aulas práticas, expositivas e reflexão coletiva por meio de uma apresentação teórica, dinâmicas de sensibilização e demonstração de materiais audiodescritos para pessoa com deficiência visual. Conhecer mais sobre a estrutura da AD e como se dá o processo de construção de esquemas perceptivos por meio não visual.
Público
Pedagogos, psicopedagogos, professores, educadores, coordenadores pedagógicos, diretores de escolas, pais, estudantes de pedagogia e licenciaturas, estagiários na área de educação, fonoaudiólogos, estudantes de fonoaudiologia, terapeutas ocupacionais, arteterapeutas, psicólogos, estudantes de psicologia e demais profissionais que atuem na área da saúde, cultura, informática, comunicação interessados em aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto.
Conteúdo Programático – 60 horas
Temas Abordados
·Informações básicas: exploração de referenciais perceptivos, os sentidos remanescentes, desenvolvimento de imagens mentais;
· Legislação sobre audiodescrição;
 .Conceituação sobre audiodescrição e histórico;
 .Mostra e análise de obras com audiodescrição;
· Técnicas para a elaboração de roteiro escrito para audiodescrição;
· Gravação e produção de materiais audiodescritos.
Programa do curso:
Módulo 1: Introdução a audiodescrição – 15 horas
O que é audiodescrição e a quem se destina; a importância da audiodescrição em diferentes conteúdos midiáticos e na educação; História da audiodescrição e principais marcos legais; Como é feita e o que é descrito; documentários e exemplos de Vídeos com audiodescrição
Módulo 2: As diferentes formas de audiodescrição, conceitos de percepção e diretrizes da AD – 15 horas
Formas de audiodescrição: ao vivo o pré-gravada; Descrição de figuras, fotografias e elementos estáticos; diretrizes gerais da audiodescrição; outras diretrizes para audiodescrição em museus, teatro, dança e ópera.
Módulo 3: Outras diretrizes e elaboração de roteiro escrito – 15 horas
Diretrizes para audiodescrição de filmes e vídeos; como elaborar um roteiro escrito de audiodescrição; a audiodescriçãoo do livro didático; o professor e as ações coletivas para a promoção da acessibilidade por meio da audiodescrição no ambiente escolar.
Módulo 4 – praticando a gravação da audiodescrição – 15 horas
Preparação de roteiro de audiodescrição de filme, peça publicitária ou curta metragem; gravação e edição de vídeo com audiodescrição; importância da revisão de AD feita por uma pessoa com deficiência visual; publicação do conteúdo audiodescrito.
O inscrito receberá uma apostila contendo todos os módulos e materiais após o encerramento do curso para consultas futuras. Durante o curso, todos os materiais ficam disponíveis na plataforma de ensino Gpec para estudo.
Valor
Este curso possui um investimento total de R$ 280,00 (Duzentos e Oitenta Reais).

Os certificados tem validade para fins curriculares e em provas de títulos, respeitando a carga horária descrita.

Para maiores informações clique abaixo:




“Pouco a pouco.....transformando a educação”
Tel. 11 - 3782-0635 – 7040-4042
São Paulo - SP



sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Filmes que você não pode deixar de ver! 21. Ocean Heaven

 21. Ocean Heaven Haiyang Tiantang, 2010, China

De Xiao Lu Xue, com Jet Li (Wong Xincheng) e Wen Zhang (Dafu).


SINOPSE: A história do amor incansável de um pai pelo seu filho autista.  Segundo os Centros de Controle de Doenças E.U.A., uma pessoa em cada 110 tem autismo, em maior ou menor grau. Daí resulta que a China tem mais de 1 milhão de pessoas com autismo. Dafu é um deles: parece distraído, repete o que as pessoas lhe dizem, nada com maestria, mantém tudo em casa em lugares determinados e talvez não esteja totalmente ciente da morte de sua mãe, ocorrida há alguns anos. Trabalhando em um aquário,  Wong mostra extremo cuidado e carinho com seu filho de 22 anos, Dafu. Com a generosa ajuda de seus vizinhos, os dois vivem normalmente. Porém, Wong compreende muito bem que um dia deixará o mundo e seu filho ficará sozinho. O que ele ainda não descobriu é que esse dia pode estar mais perto do que imagina.


Quem espera encontrar o mestre das artes marciais, Jet Li, aplicando seus belos golpes, está enganado. Esta é a estréia de Jet Li num drama, representando o pai viúvo de um rapaz autista.  Jet Li cobrou exatamente 1 dólar por sua atuação, já que o filme é uma colaboração filantrópica para chamar atenção para o autismo no mundo, principalmente na China.

O filme estreou nos cinemas de Hong Kong em junho de 2010 e ainda não tem uma tradução para o Brasil. Ocean Heaven é um aquário oceanográfico de visitação e atrações onde Jet Li trabalha e onde é permitido que seu filho nade, seu maior prazer e sua maior habilidade.
                                                                            



O pai ao descobrir que sofre de uma doença terminal, começa a procurar um lugar para deixar seu filho quando morrer e descobre que não existe nenhum tipo de instituição para abrigá-lo. Ou Dafu é velho demais para algumas instituições ou novo demais para outras. Decide então tentar ele mesmo a ensiná-lo a ser independente, a se vestir, fazer sua própria comida e a trabalhar. Bem, é aqui que vemos a beleza do filme. Dafu é um autista de bom funcionamento e vai aprendendo aos poucos. Seu pai, sem perder a paciência mostra seu amor e dedicação em cada ato que ensina ou que planeja para sua vida sem ele.






quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Presidenta Dilma sansiona lei que permite trabalho para beneficiários do BPC

A alteração na Lei Orgânica de Assistência Social autoriza pessoas com deficiência a trabalhar como aprendizes, sem perder o benefício. Também assegura que o beneficiário, se necessário, retorne ao BPC sem passar pela reavaliação médica 

Brasília, 2 – Pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) poderão tentar o mercado de trabalho sem perder o benefício. A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quinta-feira (1º), conforme publicado no Diário Oficial da União, projeto de lei que altera a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), muda a definição conceitual de pessoa com deficiência e amplia a possibilidade de inclusão profissional desse público.

Antes, a pessoa com deficiência perdia o benefício caso tivesse atividade remunerada, inclusive como microempreendedor individual. A partir de agora, o beneficiário pode ingressar no mercado de trabalho e ter o benefício suspenso temporariamente. Se nesse período o beneficiário não conseguir se manter no trabalho ou não adquirir o direito a outro benefício previdenciário, ele retorna ao BPC sem precisar passar pelo processo de requerimento ou de avaliação da deficiência e do grau de impedimento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O período de suspensão não é determinado pela lei, mas o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), responsável pela gestão do BPC, proporá ao Legislativo que seja de dois anos. Embora operacionalizado pelo INSS, o BPC não é pensão vitalícia nem aposentadoria. Os beneficiários passam por revisão do INSS a cada dois anos.

Aprendiz – Outra alteração na lei permite que pessoas com deficiência contratadas na condição de aprendizes continuem recebendo o BPC junto com a remuneração salarial durante o período do contrato. “Conforme a lei trabalhista, o contrato de aprendiz é para quem tem entre 16 e 24 anos, está vinculado ao ensino e é remunerado por hora de trabalho. No caso da pessoa com deficiência, não há limitação de idade”, explica a diretora da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS Maria José de Freitas.

A lei também define que pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo (pelo menos de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Os impedimentos podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais.

O BPC é um benefício mensal no valor de um salário mínimo concedido ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios para se manter ou cuja família não tenha recursos para mantê-los. Em ambos os casos, é necessário que a renda bruta familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo por mês.

O benefício é gerido pelo MDS e operacionalizado pelo INSS. O recurso para pagamento do BPC sai do Fundo Nacional de Assistência Social. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 23,1 bilhões. São 3,5 milhões de beneficiários em todo o País, dos quais 1,8 milhão de pessoas com deficiência.

Projeto piloto – Em parceria com a Federação Nacional das Associações para Valorização de Pessoas com Deficiência (Fenapave) e os ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego, o MDS realiza projeto piloto do BPC Trabalho em dez cidades, com o objetivo de promover a inserção de pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos, no mercado de trabalho.

Os municípios de São Paulo e Santo André, no interior paulista, executam o projeto desde o ano passado. Nesta quinta-feira (1º), a secretária nacional de Assistência Social, Denise Colin, assinou a ampliação do projeto para mais oito capitais: João Pessoa (Paraíba), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Recife (Pernambuco), Belém (Pará), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Teresina (Piauí), Fortaleza (Ceará) e Curitiba (Paraná).

O BPC Trabalho prevê visitas domiciliares, diagnóstico social e encaminhamento aos serviços da assistência social. Com apoio das entidades socioassistenciais, os beneficiários são avaliados quanto ao potencial de trabalho e suas demandas, identificadas para inserção profissional.

Leia a Lei nº 12.470 que dentre outros assuntos, alterar regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC) da pessoa com deficiência.

Cristiane Hidaka
Ascom/MDS
(61) 3433-1065

http://mds.gov.br/saladeimprensa

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